A Casinha da Árvore Encantada: Como Mediar Emoções e Filosofia na Infância

A Casinha da Árvore: Como Mediar Emoções e Filosofia na Infância

A educação socioemocional infantil tornou-se um dos pilares essenciais para a formação de indivíduos resilientes e intelectualmente autônomos no cenário educacional contemporâneo. É nesse contexto que surge a coleção “A Casinha da Árvore Encantada”, uma obra que transcende a literatura infantil convencional para se tornar uma ferramenta pedagógica de alta precisão

Idealizada por Magna Regina Tessaro, Mestre em Educação e especialista em comportamento humano, a coleção composta por 10 volumes oferece uma proposta de reflexão estruturada às inquietações naturais da primeira infância. Mas o que torna essa obra um diferencial para famílias e educadores?

A Ciência e o Afeto: A Origem da Obra

Embora a fundamentação acadêmica de Magna Regina Tessaro traga o rigor científico necessário para o desenvolvimento de competências socioemocionais, a coleção possui uma alma que reside na experiência humana. A personagem central, a Princesa Cecília, não é fruto apenas da imaginação; ela é inspirada na neta real da autora, também chamada Cecília.

Essa conexão intergeracional — o olhar de uma avó que é, simultaneamente, uma mestre em educação — confere à obra uma autenticidade rara. Para as famílias, essa dualidade entre o saber técnico e o afeto genuíno valida a coleção como um guia seguro para a mediação de conflitos e a descoberta do mundo.

O Pensamento Simbólico como Ferramenta de Aprendizado

Para Pais e educadores, um dos maiores desafios na faixa etária de 3 a 6 anos é trabalhar conceitos abstratos. Como explicar a finitude, a passagem do tempo ou a complexidade das diferenças individuais para uma criança que ainda está construindo sua visão de mundo?

A coleção utiliza o pensamento simbólico como ponte. Através do diálogo entre a Princesa Cecília e dez passarinhos distintos, temas complexos são traduzidos em metáforas da natureza. Quando um pássaro questiona “Por que as flores morrem?” ou “Por que o céu chora?”, ele está, na verdade, validando o sentimento da criança diante da perda ou da tristeza. A contribuição pedagógica aqui é clara: a literatura deixa de ser um fim em si mesma e passa a ser um meio para o desenvolvimento da autonomia intelectual.

Os Três Pilares da Coleção: Filosofia, Natureza e Afeto

A metodologia aplicada na coleção baseia-se em uma tríade que orienta o desenvolvimento das atividades em sala de aula ou no ambiente doméstico:

  1. Filosofia para Crianças: Em vez de entregar respostas prontas e tecnicistas, a obra estimula a curiosidade. Ela ensina a criança a “pensar sobre o pensar”, fundamentando o senso crítico desde a base.
  2. Natureza como Metáfora: A utilização de elementos naturais (sol, chuva, ciclos das plantas) permite que a criança compreenda que seus sentimentos e fases são tão naturais e necessários quanto as estações do ano.
  3. Arquitetura do Afeto: Os textos são rítmicos e musicais, projetados para a leitura mediada. Isso significa que a obra exige a presença do outro, fortalecendo o vínculo entre educador/educando e pais/filhos.

Benefícios para o Ambiente Escolar

No contexto escolar, a coleção “A Casinha da Árvore Encantada” atende às diretrizes de competências socioemocionais previstas na BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Ela oferece aos professores um roteiro prático para abordar temas transversais, tais como:

  • Aceitação e Diversidade: Trabalhando a ideia de que ser diferente é o normal.
  • Gestão de Emoções: Dando contorno a sentimentos como a raiva e o medo.
  • Consciência Temporal: Auxiliando na compreensão de que tudo tem seu tempo e seu ciclo.

O Lançamento: Um Marco Literário em Erechim/RS

A relevância da obra ganha um palco à altura em sua apresentação oficial. O lançamento da coleção completa ocorrerá durante a 27ª Feira do Livro de Erechim, na Praça Prefeito Jayme Lago, entre os dias 1º e 10 de maio de 2026. O evento, que homenageia o poeta Mário Quintana com o tema “Jardim do Quintana”, cria a atmosfera perfeita para o encontro da poesia com a pedagogia.

A presença da coleção em um evento de tal magnitude reforça o compromisso da autora com a cultura regional e a democratização do acesso a ferramentas educacionais de qualidade.

Conclusão: Um Legado para a Educação Infantil

A coleção de Magna Regina Tessaro não se limita às prateleiras de livros infantis. Ela se posiciona como um legado para famílias que buscam criar filhos com inteligência emocional e para educadores que desejam ir além da instrução formal.

Ao unir a inspiração real na neta Cecília com a expertise em comportamento humano, Magna oferece ao mercado editorial uma bússola para os grandes questionamentos da vida. Afinal, educar o intelecto sem educar o coração — como já diziam os clássicos — não é educar é domesticar.

Saúde Mental no Campo: Consciência e Cuidado Emocional

Saúde Mental no Campo: Consciência e Cuidado Emocional

Por Magna Regina Tessaro

Muitas vezes, quem observa de fora associa a vida no campo à paz absoluta, ao silêncio e ao contato revigorante com a natureza. No entanto, quem vive essa rotina na pele sabe que a realidade rural apresenta desafios complexos.

O trabalho é árduo, o clima nem sempre colabora, os custos de produção são elevados e a oscilação de preços gera incertezas constantes. Essa sensação de que “tudo depende de você” pode gerar uma carga emocional intensa e perigosa.

Neste artigo, vamos discutir por que a saúde mental no campo precisa deixar de ser um tabu e tornar-se uma prioridade, não apenas para a qualidade de vida das famílias, mas para o próprio futuro das propriedades rurais.

O Peso Invisível do Agronegócio

O homem e a mulher do campo carregam responsabilidades que, muitas vezes, permanecem invisíveis para a sociedade urbana. As preocupações são diárias:

  • O sucesso ou fracasso da safra;

  • Os cuidados constantes com os animais;

  • O risco de endividamento;

  • A dependência de fatores incontroláveis, como o clima.

Quando somamos esses fatores a longas jornadas de trabalho e ao isolamento social geográfico, criamos o cenário perfeito para gatilhos de ansiedade, depressão e esgotamento emocional (Burnout).

Quebrando o Silêncio e o Tabu

Infelizmente, falar sobre emoções ainda é um grande tabu em muitas comunidades rurais. Crescemos ouvindo que é preciso ser “forte”, aguentar tudo calado e trabalhar mesmo quando o corpo e a mente pedem descanso. Essa mentalidade de “aguentar firme” tem levado muitas famílias a um processo de adoecimento silencioso.

É fundamental compreender que reconhecer o que sentimos não é fraqueza, mas sim o primeiro passo para uma saúde mental equilibrada.

Emoções são Ferramentas, não Inimigas

No meu livro Metamorfose, abordo o conceito de que o processo de transformação interior é algo que todo ser humano pode e precisa viver. Nossas emoções funcionam como bússolas: elas indicam onde estamos e para onde precisamos ir.

Veja como interpretar alguns sentimentos comuns na rotina rural:

  1. Raiva: Pode indicar que algo é injusto ou que uma situação precisa mudar urgentemente.

  2. Tristeza: Sinaliza que é um momento de recolhimento ou de ressignificar algo que se perdeu.

  3. Medo: Alerta para riscos reais, mas também é um convite para planejar melhor e pedir apoio.

Quando negamos esses sentimentos, eles não desaparecem. Pelo contrário, transformam-se em doenças físicas (psicossomáticas) ou em comportamentos destrutivos.

A Importância da Rede de Apoio

Ninguém deve — e nem precisa — enfrentar as dificuldades emocionais sozinho. Para fortalecer a saúde mental no campo, é vital criar espaços de conversa. Isso pode acontecer:

 
  • Nas comunidades e igrejas;

  • Dentro das cooperativas;

  • Nas simples rodas de chimarrão com vizinhos.

Programas de acolhimento e palestras sobre bem-estar mental são fundamentais para fortalecer o agricultor e sua família.

 

 

Um Novo Olhar para o Futuro do Campo

Falar de saúde mental no campo é, acima de tudo, falar sobre a sustentabilidade do futuro. Muitas vezes, quando pensamos em inovação e progresso no agronegócio, imaginamos novas máquinas, tecnologias de precisão e sementes geneticamente modificadas. No entanto, esquecemos do “ativo” mais valioso de qualquer propriedade: o ser humano que toma as decisões, que acorda antes do sol e que coloca a mão na terra.

Como escrevi em Metamorfose: “transformar-se é um ato de coragem” [comprar]Talvez a maior transformação e a maior colheita que o homem do campo possa realizar hoje seja reconhecer que sua mente merece o mesmo cuidado, dedicação e respeito que ele dedica à sua terra.

Garantir que quem planta continue colhendo não significa apenas obter sacas por hectare, mas sim colher qualidade de vida, longevidade e harmonia familiar. Um produtor emocionalmente exausto perde a capacidade de liderar, de planejar a longo prazo e, principalmente, de desfrutar os frutos do seu trabalho árduo.

Além disso, o cuidado emocional é um pilar fundamental para a sucessão familiar. As novas gerações não buscam apenas rentabilidade; elas buscam um propósito e um ambiente de trabalho saudável. Se os jovens veem seus pais sofrendo em silêncio, esmagados pelo peso da responsabilidade e sem momentos de leveza, a tendência é que se afastem do campo. Portanto, cuidar da mente é também uma estratégia para manter a família unida e o legado vivo na terra.

Talvez a maior transformação e a maior colheita que o homem e a mulher do campo possam realizar hoje seja reconhecer uma verdade simples, mas poderosa: sua mente merece o mesmo cuidado, dedicação, adubo e respeito que você dedica à sua terra. Afinal, uma terra fértil precisa de um agricultor saudável para florescer.

Emoções e negócios na educação: como formar seres humanos para além do currículo

UM POUCO SOBRE MIM

Transcrevo aqui a introdução do meu livro “Metamorfose” (autoria de Magna Regina Tessaro Barp). 

Quando em dias de chuva brincava de loja e de escola, aos 6 ou 7 anos, sempre era eu a vendedora e a professora. Em dias de sol, a brincadeira era no grande pátio da olaria onde morávamos todas as famílias dos trabalhadores dessa olaria.

Minha mãe era costureira e com os retalhos de costura e com as poucas peças de roupas que tínhamos em nosso roupeiro (sim, um roupeiro de 2 portas para toda a família), eu montava uma loja de tecidos e confecções, sobre uma caixa de lenha. Minhas amigas da vizinhança eram as clientes.

Em dias chuvosos, quando ganhava toquinhos de giz da professora, a brincadeira era de escola e sabe onde era a sala de aula? No quarto, e o quadro negro era no roupeiro de 2 portas, que por ser de madeira envernizada permitia a escrita.

Aos 14 anos, quando comecei a trabalhar em uma loja e me dei conta de que me tornei vendedora, percebi que aquele “sonho infantil” de vender, se concretizava. No mesmo ano, comecei a cursar o técnico em Contabilidade do Colégio Cenecista da cidade. Única opção de ensino médio existente na época para quem deseja estudar além do fundamental.

Estudar balanço patrimonial, receitas e despesas, direito trabalhista, datilografia… era um sonho para quem já era empreendedora desde os 7 anos, antes mesmo de conhecer essa palavra.

Anos mais tarde, quando consegui cursar uma faculdade e virei professora do ensino fundamental, o outro sonho da infância se concretizava e insatisfeita, fui além; além da graduação em Pedagogia e da especialização, busquei um mestrado na área das ciências humanas e logo no início do mestrado, virei professora universitária, lecionando no curso de Pedagogia Empresarial e logo estava ministrando aulas em diferentes cursos na área das Ciências Humanas, sempre focada no autoconhecimento para o Autodesenvolvimento. 

Nessa época, abri uma empresa de assessoria em projetos na área pública, na qual também ministrava cursos e palestras. Na sequência, cursei um MBA em gerenciamento internacional de projetos e comecei a lecionar gestão de projetos no curso de Administração e nos cursos de especialização e MBAs eu lecionava as disciplinas de Gestão do Conhecimento nas organizações, Gerenciamento de projetos e Desenvolvimento de equipes na Faculdade Ideau e na FAE.

Coincidência ou não, eu era empreendedora e professora. Essa veia empreendedora, minha inteligência linguística e meu valor teórico elevados, me levaram a buscar mais conhecimento e mais empreendimento.

Conheci uma franquia de emagrecimento saudável e junto com minha filha abrimos uma unidade. Enfrentamos todos os desafios que a maioria dos empreendedores enfrentam, porque até então eu empreendia sozinha e todo trabalho dependia de mim. Com a parceria, tinha funcionárias, muitos clientes e um mercado a conquistar. Os desafios então, um a um, vão sendo identificados e vencidos.

Era chegada a  hora de buscar mais conhecimento para lidar com as pessoas e nessa época descobri o Coaching, com o que fiquei encantada. Uma nova ferramenta e novos conhecimentos na área do autoconhecimento e na mudança de comportamentos. Fiz uma primeira formação com uma instituição, com a qual não me identifiquei e na sequência fui buscar outra linha de pensamento. Encontrei o que precisava para esse entendimento.

Cursei toda a grade Golden que inclui a formação em Coaching, o For Money, o Business, a Análise de perfil Comportamental e o Master Coaching. Depois, na mesma frequência vibracional em que me encontrava, conheci o Sistema Eneagrama 360º do meu amigo Khristian P. Condes com quem fiz minha certificação internacional para poder realizar os testes e fazer as análises das pessoas, o que me dá muita segurança para atender clientes e selecionar pessoas.

Hoje, após tantos altos e baixos como professora, empreendedora, Trainer em empresas para o desenvolvimento de equipes, analista de perfil comportamental, mentora de Autodesenvolvimento, escritora e palestrante, sinto que estou cumprindo minha missão de vida e meu propósito que é o de ajudar as pessoas a se autoconhecer, para se autodesenvolver. No entanto, meu foco mudou. Não estou mais olhando para todas as pessoas, e sim para algumas muito especiais: PROFESSORES E ALUNOS.

São eles que precisam de nossa atenção agora, no pós pandemia, na ebulição da Inteligência artificial e num momento de transição global de uma cultura mais “sisuda” para uma vivência de maior liberdade ou libertação.

Com essa visão, escrevi e publiquei vários livros:

  1. Sexualidade e Evolução Humana: o conflito entre o ser social e o ser biológico (2010): Pesquisa antropológica sobre o processo evolutivo do ser humano (produto da dissertação do mestrado).
  1. Planeta Energia (2015): Livro didático e pedagógico de Educação Ambiental escrito em parceria com o teatrólogo Airton Fabro e com a socióloga Garciela Pozzer;
  1. Os (des)projetos pedagógicos e as novas estratégias de construção de conhecimentos (2015): Livro para professores sobre o passo a passo da construção, execução e avaliação a partir de uma metodologia de projetos efetivamente pedagógicos. 
  1. Os 20 segredos do empowerment feminino (2016). – O e-book traz dicas simples e factíveis sobre como se apropriar e assumir o poder que toda mulher tem. 
  1. Onde foi que eu errei? (2016) Livro em forma de romance para pais e educadores que revela os dramas de uma mãe e uma adolescente em crise. 
  1. Da Síndrome de Gabriela ao Ela (i)LTDA (2021) Livro sobre emoções e negócios para mulheres empreendedoras.
  1. Metamorfose (2021) Um livro sobre evolução humana no sentido de passar pelos processos e voar.
  2. Inteligência Pedagógica em tempos de inteligência artificial (2025), meu mais recente trabalho sobre a formação de cidadãos e o equilíbrio entre o uso da tecnologia e o desenvolvimento humano.

Hoje, tenho plena ciência de quem sou e levo comigo o ensinamento bíblico da seguinte passagem:

Disse Deus a Moisés: “Eu Sou o que Sou. É isto que você dirá aos israelitas: Eu Sou me enviou a vocês” (Êxodo 3:14)

Análise de perfil comportamental: como professores podem evoluir com autoconhecimento

A análise de perfil comportamental é uma ferramenta que permite avaliar e compreender as características individuais de cada pessoa, suas motivações, preferências e modos de agir em diferentes situações. No contexto educacional, ela se torna especialmente relevante, pois os professores, ao lidarem diariamente com a formação de novas gerações, enfrentam uma série de desafios que exigem uma profunda compreensão de si mesmos e de seus alunos.

A importância dessa análise reside na capacidade de fornecer autoconhecimento e clareza sobre as próprias ações e reações. Para os professores, esse autoconhecimento é crucial, pois influencia diretamente sua metodologia de ensino, a forma como gerenciam a sala de aula e como se relacionam com seus estudantes e colegas. Por meio de sistemas como o CIS Assessment, os educadores podem obter uma visão detalhada de seu perfil comportamental, o que pode ser transformador tanto em nível pessoal quanto profissional.

Ao compreenderem seus perfis comportamentais, os professores conseguem identificar com precisão seus pontos fortes e suas áreas de melhoria. Por exemplo, um educador que descobre ter uma forte habilidade de comunicação pode explorar métodos pedagógicos que envolvam mais interação oral, debates e discussões em grupo. Esse conhecimento permite que ele use suas capacidades naturais de maneira eficaz, criando um ambiente de aprendizado dinâmico e envolvente. Em contraste, ao reconhecer áreas que precisam de aprimoramento, como a organização ou a gestão do tempo, o professor pode buscar estratégias específicas para se desenvolver nessas áreas, seja por meio de treinamentos, mentorias ou outras oportunidades de desenvolvimento profissional.

Além disso, a análise de perfil comportamental fornece insights sobre como o estilo natural do professor pode ser percebido pelos outros. Muitas vezes, a percepção dos alunos e colegas pode não corresponder à intenção do educador. Por exemplo, um professor com um perfil mais analítico e detalhista pode ser visto como distante ou excessivamente crítico, mesmo que sua intenção seja garantir a qualidade e o rigor do ensino. Compreender essa dinâmica permite ao professor ajustar sua comunicação e postura, criando relações mais positivas e produtivas com seus alunos e colegas.

Outro aspecto fundamental é o impacto do ambiente escolar no comportamento do professor. A análise comportamental ajuda a identificar como o contexto educacional pode exigir adaptações no estilo natural do educador. Por exemplo, em situações de liderança, o professor pode precisar adotar um perfil mais assertivo e dominante, enquanto na resolução de conflitos, um approach mais diplomático e conciliador pode ser necessário. Reconhecer essas demandas e aprender a gerenciá-las contribui significativamente para o bem-estar do professor e para a eficácia de sua prática pedagógica.

A importância do autoconhecimento se estende também à maneira como o professor interage com os alunos. Um educador que compreende melhor suas próprias emoções, reações e comportamentos está mais capacitado para identificar e responder às necessidades emocionais e comportamentais dos estudantes. Isso resulta em um ambiente de sala de aula mais empático e inclusivo, onde os alunos se sentem compreendidos e valorizados. Essa compreensão ajuda a criar formas de ensino que sejam mais adaptadas às diferentes personalidades e estilos de aprendizagem dos alunos, promovendo um espaço de aprendizado colaborativo e respeitoso.

Além do impacto direto no ambiente de sala de aula, o autoconhecimento adquirido através da análise de perfil comportamental também influencia positivamente a relação do professor com os pais dos alunos. Comunicar-se eficazmente com os pais, entender suas preocupações e envolver-se no processo educacional dos filhos são aspectos que podem ser aprimorados quando o professor tem uma clara compreensão de seu próprio comportamento e estilo de comunicação. Isso pode resultar em uma parceria mais forte entre escola e família, essencial para o sucesso acadêmico e emocional dos estudantes.

A análise de perfil comportamental também pode ser uma ferramenta valiosa para o desenvolvimento de equipes dentro das escolas. Ao compreenderem os perfis comportamentais de seus colegas, os professores podem colaborar de maneira mais eficaz, aproveitando ao máximo as habilidades e talentos individuais de cada membro da equipe. Isso pode resultar em um ambiente de trabalho mais harmonioso e produtivo, onde todos trabalham unidos em prol de objetivos comuns.

Em um cenário educacional que demanda cada vez mais adaptabilidade e inteligência emocional, conhecer-se a si mesmo é o primeiro passo para a evolução contínua. Ferramentas como o CIS Assessment fornecem um mapa detalhado para esse autoconhecimento, promovendo um processo de autodescoberta que impacta não apenas a vida do professor, mas também a de seus alunos. Dessa forma, a educação se torna não apenas um espaço de transmissão de conhecimento, mas também de crescimento humano e transformação social.

O processo de análise de perfil comportamental não é uma solução rápida para todos os desafios enfrentados pelos professores, mas sim uma ferramenta contínua de desenvolvimento. Através deste processo, os educadores podem se engajar em um ciclo de reflexão, avaliação e ação, que lhes permite crescer continuamente e adaptar-se às mudanças nas demandas educacionais. Isso é particularmente importante em um mundo onde o papel do professor está em constante evolução e onde as expectativas sobre o que significa ser um bom educador estão sempre mudando.

Em resumo, a análise de perfil comportamental é uma prática essencial para os professores que desejam aprimorar sua prática pedagógica e criar ambientes de aprendizagem mais eficazes e acolhedores. Ao fornecer um entendimento profundo das próprias características comportamentais e de como estas influenciam a interação com os alunos e colegas, esta ferramenta capacita os educadores a desenvolverem-se de maneira integral e a enfrentarem os desafios do ambiente escolar com maior confiança e competência. O investimento no autoconhecimento e no desenvolvimento contínuo dos professores é, sem dúvida, um passo fundamental para uma educação de qualidade e para a formação de cidadãos conscientes e engajados.

A análise de perfil comportamental é uma ferramenta valiosa para profissionais de diversas áreas, mas ganha um significado ainda mais profundo no contexto educacional. Para os professores, compreender seu próprio perfil comportamental por meio de sistemas como o CIS Assessment pode ser transformador, tanto no âmbito pessoal quanto profissional. Essa análise não apenas auxilia os educadores a conhecerem suas potencialidades e áreas de melhoria, mas também os capacita a lidar de maneira mais eficaz com seus alunos e com os desafios do ambiente escolar.

O autoconhecimento é a base para o desenvolvimento humano. Professores que entendem suas características comportamentais possuem uma vantagem significativa na condução de suas atividades. Por exemplo, ao identificar seus pontos fortes, eles podem potencializá-los, utilizando-os como diferencial na sala de aula. Se um professor tem um perfil que destaca habilidades de comunicação, ele pode investir em estratégias pedagógicas que envolvam debates, dinâmicas de grupo e exploração criativa de conteúdos. Por outro lado, compreender áreas que necessitam de aprimoramento permite traçar planos para superá-las, seja por meio de formações específicas, mentorias ou outras abordagens de desenvolvimento.

Além disso, a análise de perfil comportamental possibilita que o professor compreenda como seu estilo natural pode ser percebido pelos outros. Muitas vezes, há um descompasso entre a intenção e a percepção. Por exemplo, um educador com um perfil mais analítico pode ser visto pelos alunos como distante ou crítico, mesmo que sua intenção seja apenas garantir qualidade e rigor no ensino. Compreender essas dinâmicas permite ao professor ajustar sua comunicação e postura para construir relações mais positivas e produtivas.

Outro aspecto importante é o entendimento do ambiente em que o professor está inserido. A análise de perfil comportamental auxilia na identificação de como o meio exige adaptações em seu estilo natural. Muitas vezes, o contexto escolar impõe demandas que podem gerar desconforto ou estresse, como a necessidade de assumir um perfil mais dominante em situações de liderança ou mais diplomático ao lidar com conflitos. Reconhecer essas exigências e aprender a gerenciá-las pode contribuir para o bem-estar do educador e para a eficácia de sua prática pedagógica.

Para além do benefício pessoal, a aplicação da análise de perfil comportamental pelos professores também reflete positivamente na relação com os alunos. Quando um educador entende melhor suas próprias emoções, reações e comportamentos, ele está mais preparado para identificar e responder às necessidades emocionais e comportamentais dos estudantes. Isso cria um ambiente de sala de aula mais empático e inclusivo, no qual os alunos se sentem compreendidos e valorizados.

Em um cenário educacional que demanda cada vez mais adaptabilidade e inteligência emocional, conhecer-se a si mesmo é o primeiro passo para a evolução contínua. Ferramentas como o CIS Assessment fornecem um mapa detalhado para esse autoconhecimento, promovendo um processo de autodescoberta que impacta não apenas a vida do professor, mas também a de seus alunos. Dessa forma, a educação se torna não apenas um espaço de transmissão de conhecimento, mas também de crescimento humano e transformação social.